O pouso do tucano

27 de julho de 2014



A Folha de São Paulo, jornal de assessoria do PSDB, escreveu nesses domingo, um editorial que mais parece estar jogando  um míssil na campanha de Aécio Neves. Até "inverossímeis as declarações de Aécio", o artigo diz. Ou seja: Inverossímil: que não parece verdadeiro; inacreditável. Chamou Aécio de mentiroso!

Eis o editorial

O senador mineiro Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência da República, dedicou boa parte dos últimos dias à tentativa de justificar a construção de um aeródromo em Cláudio (MG), num terreno desapropriado pelo governo do Estado durante a gestão do tucano.

Revelado por esta Folha no último domingo, o episódio desde logo chamou a atenção. Primeiro, porque as terras pertenciam a Múcio Tolentino, tio-avô de Aécio e ex-prefeito de Cláudio. Depois, porque o uso da pista de pouso, pronta em 2010, dependia da autorização dos familiares do senador.

Com 1 km de comprimento e condições de receber aeronaves turbo-hélice de pequeno e médio porte (até 50 passageiros), o aeródromo custou R$ 13,9 milhões aos cofres públicos, sem contar a indenização pela desapropriação. O valor oferecido pelo Estado, R$ 1 milhão, é até hoje discutido na Justiça.

De acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a pista ainda não teve sua operação liberada ao público. Mesmo assim, Fernando Tolentino, um dos filhos de Múcio, afirmou que ao menos um avião a utiliza por semana.

Entre os usuários estaria o próprio Aécio Neves. Seu refúgio favorito, a Fazenda da Mata, situa-se a 6 km dali. Nas inúmeras explicações que deu ao longo da semana, o tucano não confirma nem nega que tenha aterrissado em Cláudio. O candidato também se eximiu de dizer por que as chaves do local ficavam nas mãos de seus parentes.

Há mais, contudo. Nova reportagem desta Folha mostrou que, em 2001, o tio-avô de Aécio sofreu o bloqueio judicial da área onde está o aeródromo. O Ministério Público pede o ressarcimento dos gastos na construção de uma pista de pouso de terra em 1983, quando Tancredo Neves era o governador mineiro, e Múcio, prefeito de Cláudio.

Para quem não podia dispor de parte das terras, a desapropriação não chega a ser mau negócio. E a indenização, paga com recursos de Minas, poderá ser usada por Múcio para, caso seja condenado, quitar sua dívida com o governo mineiro.

Diante desses fatos, soam no mínimo inverossímeis as declarações de Aécio segundo as quais seus familiares não teriam se beneficiado pela obra. Também caem em descrédito as justificativas técnicas apresentadas pelo tucano.

Pela narrativa oficial, o aeródromo tem importância para as indústrias locais, e a pavimentação da pista de terra representava a opção mais econômica para o Estado.

Mais econômico, na verdade, teria sido não fazer obra nenhuma. A demanda por voos em Cláudio é pequena, e o aeroporto de Divinópolis fica a 50 km de distância.

Ainda que todo o processo tenha sido feito de maneira legal, como sustenta Aécio Neves, restará uma pista de pouso conveniente para o tucano e seus parentes, mas de questionável eficiência administrativa. Não é pouca contradição para um candidato que diz apostar na união da ética com a qualidade na gestão pública. 

Aécio nomeou primo, dono de heliponto na fazenda da família, em cargo comissionado de Minas

25 de julho de 2014





Em janeiro de 2007, Aécio Neves (PSDB), no início do seu segundo mandato para governador de Minas, utilizou-se de sua maioria na Assembleia Legislativa para obter uma carta branca para criar cargos comissionados e nomear pessoas (a chamada lei delegada). Nesse processo, o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MG) usou a legislação para nomear Fernando Quinto Rocha Tolentino, primo de Aécio, em Cláudio, local do polêmico aeroporto construído na fazenda que era do tio. Leia mais aqui e veja mais documentos

Aécio construiu aeroporto em outra cidade que tem fazenda: Montezuma

23 de julho de 2014



Cidade tem 7.500 habitantes, apenas 27% das residências atendidas por rede de esgoto e muitas ruas não têm ainda um asfalto como o da pista do aeroporto, feito com recursos do munícipio

Não foi só a cidade de Cláudio (MG), onde o senador Aécio Neves (PSDB) tem propriedade rural, que teve aeroporto construído com critérios que mais atendem a conveniência privada da oligarquia política dos Neves da Cunha do que ao interesse público.A cidade de Montezuma, no norte do estado, também teve sua pista de pouso asfaltada quando o tucano era governador. A Perfil Agropecuária..Leia mais aqui

Como Aécio ficou dono de latifúndio de terras públicas do Estado de Minas

20 de julho de 2014



Depois de descoberto que o  governo  tucano de Minas Gerais gastou quase R$ 14 milhões para construir um aeroporto  particular ao lado de uma fazenda de Aécio e dentro de uma fazenda de seu tio,   descobrimos também que o pai de Aécio registrou em seu nome uma área de 950 hectares pertencente aos mineiros localizada numa das regiões mais pobres do estado. Aécio governador entrou em conflito com Aécio herdeiro ..Leia mais aqui

Procedência partidária de ministros põe em xeque isenção do TCU

16 de julho de 2014



 Composição do órgão dá margem para insegurança técnica. E decisões movidas por interesses partidários, como atrasar o andamento de obras do PAC, podem estar acima de interesses nacionais
José Jorge, ministro do TCU e demotucano

 O ministro José Jorge, do Tribunal de Contas da União (TCU), anunciou ontem (15) que vai investigar “problemas recentes do sistema elétrico brasileiro”. Investigações por parte do TCU fazem parte do cumprimento de seu papel constitucional, mas causa certa estranheza o fato de o ministro abrir investigação em 2014, a pouco meses da eleição, de uma obra concluída na Amazônia em 2011.O ministro José Jorge, por exemplo, sempre foi filiado ao antigo PFL, hoje DEM. Ex-senador do DEM de Pernambuco, José Jorge compôs a chapa PSDB-PFL como vice de Geraldo Alckmin, quando concorreu à Presidência da República em 2006. Leia a matéria completa aqui

Aécio não explica reforma econômica para não perder votos



O blogueiro Josias de Souza comenta o desempenho do senador Aécio Neves (MG), candidato do PSDB a presidente, na sabatina realizada nesta quarta-feira (16) pelo UOL, pela "Folha de S.Paulo", o SBT e a rádio Jovem Pan.


Na opinião de Josias, Aécio procura se apresentar como candidato da mudança, mas evita ser específico na apresentação de propostas, principalmente na área econômica, para não perder votos.
Na política, o tucano não tem como dizer que a articulação de um eventual governo seu será diferente do modelo atual. Informações da Uol

Na área social, o candidato do PSDB promete manter os programas, mas fica evidente que faria mudanças no Mais Médicos. Aécio foge de perguntas sobre economia e compra de votos no governo FHC

Pressionado por perguntas, Aécio 'tabela' com claque durante sabatina




 Na sabatina realizada nesta quarta-feira (16) por UOL, Folha, SBT e Jovem Pan, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), candidato à Presidência da República, contou com um aliado importante: a plateia, formada majoritariamente por políticos, militantes e assessores tucanos, além de simpatizantes da candidatura de Aécio.


Na sabatina de hoje, nas primeiras fileiras ficaram os principais quadros tucanos, como ex-governador José Serra, que chegou quando a sabatina já havia começado, o ex-governador Alberto Goldman, o secretário de Energia do Estado de SP, José Aníbal, os vereadores Andrea Matarazzo e Floriano Pesaro e o deputado estadual Orlando Morando. Aloysio Nunes Ferreira e o governador Geraldo Alckmin não compareceram.

Percebendo o apoio da plateia, Aécio preferiu, na maior parte do tempo, responder às perguntas dos jornalistas olhando em direção ao público, e não aos perguntadores.

O candidato tucano usou frases de efeito e repetiu algumas vezes o bordão "vamos falar do futuro", como quando perguntado sobre a suspeita de compra de votos para a aprovação da emenda da reeleição durante a gestão de FHC. Sempre que falou do "futuro", o candidato recebeu aplausos da plateia.

O momento em que houve mais manifestações da plateia foi quando o assunto tratado era o programa Mais Médicos do governo federal, com aplausos e comentários agressivos contra o PT. Aécio foi festejado quando disse que iria rever o programa porque, no modelo atual, o "Brasil financia Cuba".

O tucano foi aplaudido também quando afirmou que irá usar FHC na campanha e quando disse que jornalistas não irão conseguir fazê-lo brigar com o Campos.

Incomodadas com as perguntas, algumas pessoas reclamavam em voz alta dos jornalistas que sabatinavam Aécio.

Ao final do evento, um dos presentes disse ter gostado do desempenho do candidato na sabatina ("ele não vai nos envergonhar no exterior"), mas reclamou dos entrevistadores. "Uma pena que os entrevistadores são petistas."

Temos de aprender com o futebol alemão? Lá, é a TV pública que transmite os jogos

15 de julho de 2014


No Brasil, há décadas a TV Globo consegue a hegemonia sobre contratos para transmissão dos jogos com os cartolas do futebol brasileiro, sejam dos clubes, sejam da CBF

No Brasil, há décadas a TV Globo consegue a hegemonia sobre contratos para transmissão dos jogos com os cartolas do futebol brasileiro, sejam dos clubes, sejam da CBF. Boa parte da cartolagem sempre esteve envolvida com dívidas, salários atrasados, negociações suspeitas de jogadores e patrocínios. O jornalismo da TV Globo sempre foi generoso com cartolas dóceis a seus interesses comerciais, poupando-os de notícias desfavoráveis.Leia mais aqui

Brasileiros mostraram que são capazes de fazer uma grande Copa do Mundo



A BBC Brasil levantou alguns números que dão a dimensão do Mundial, dentro e fora dos 12 estádios-sede do evento:

3.429.873

É o público somado das 64 partidas da Copa. A melhor média de público ficou com a finalista Argentina (63.647) e a pior, com a Itália (39.930).A soma, feita a partir dos relatórios oficiais de cada partida, é superior ao público da Copa da África do Sul (3,178 milhões) e ao da Copa alemã (3,359 milhões).Só não superou o público da Copa de 1994, nos EUA, que recebeu 3,587 milhões de pessoas nos estádios.

4.157

É, segundo as estatísticas da Fifa, o número de passes completados pela Alemanha, o que representa 82% de seus passes totais – fazendo da seleção alemã a campeã também nesse quesito nesta Copa, com seu estilo de jogo baseado em muita corrida em campo e muitas trocas de passe.
O Brasil completou cerca de 1,5 mil passes a menos que a equipe campeã do Mundial.

171

É o número de gols marcados nesta Copa brasileira - com a ajuda do gol de Götze, na final no Maracanã, e de 7 outros gols alemães contra o Brasil -, igualando a marca da Copa de 1998. Em comparação, foram 145 na África do Sul e 147 na Alemanha. Destaque curioso: do ponto de vista estatístico, quem melhor aproveitou seu tempo em campo foi o meio-campista americano Julian Green, que jogou apenas 13 minutos, mas marcou seu gol.

8

Este dói na lembrança: é o maior número de gols em uma partida desta Copa, justamente o 7 a 1 sofrido pelo Brasil nas mãos da Alemanha, na semifinal.
O consolo para o Brasil é que a seleção não sofreu a maior goleada da história das Copas: esta aconteceu na Copa de 1982, quando a Hungria fez 10 a 1 em El Salvador.

129

É o número de jogadores que foram convocados, treinaram, mas... só viram a ação de longe, no banco de reservas. Não entraram em campo. A maioria são goleiros reservas: 54 dos convocados não jogaram. Esses jogadores que não entraram em campo representam cerca de 17% do total de jogadores convocados ao Mundial.

40

É o número de tempos (regulamentares) em que não houve gols nesta Copa, apesar da grande quantidade de gols do Mundial. A maioria desses tempos foi na primeira fase do torneio: 24. Claro que muitos desses períodos sem gols não provocaram bocejos: a final Alemanha x Argentina foi emocionante apesar da ausência de gols no tempo regulamentar.

22

É o número de jogos em que uma equipe perdeu a partida apesar de ter tido a maior posse de bola. Isso ocorreu em mais de um terço dos 64 jogos do Mundial, portanto.
O Brasil, por exemplo, teve mais posse de bola contra Alemanha e Holanda, apesar de ter perdido de ambos. A Espanha também teve 58% da posse em seu primeiro jogo, quando perdeu de 5 a 1 para os holandeses.

7

É a quantidade de cartões vermelhos distribuídos na Copa 2014 – número bem inferior aos das Copas anteriores (foram 17 na África do Sul e 28 na Alemanha).
As equipes que tiveram jogadores expulsos foram Uruguai, Bélgica, Equador, Camarões, Croácia, Itália e Portugal.

4

É o número de vezes consecutivas em que a campeã Alemanha fica no "top 4" de uma Copa – um recorde.
E Klose, além de ser o maior goleador em Copas (com 16 gols), é também o único jogador a ficar no top 4 quatro vezes seguidas.

9

É o triste registro do número de operários que morreram durante a construção dos estádios da Copa do Mundo brasileira. É importante registrar, também, que duas pessoas morreram na queda de um viaduto em Belo Horizonte durante o Mundial.

50%

É a porcentagem estimada das obras de mobilidade urbana e de aeroportos que ficaram prontas a tempo do início da Copa nas cidades-sede, segundo diferentes projeções. Muitas obras foram entregues incompletas.

140 mil

É o público, entre maio e 10 de julho, do Museu do Futebol, um dos principais pontos turísticos de São Paulo durante a Copa. Segundo o museu, 40% deles eram estrangeiros.
Só em junho foram 62 mil visitantes – mais do dobro do público recebido em junho de 2013.

700 mil

É o número de estrangeiros que entraram no país somente no mês de junho, segundo o governo (a expectativa inicial de turistas era de 600 mil). Os países que mais enviaram turistas foram a Argentina, os EUA e o Chile. A estadia média foi de 8,2 dias.

200 milhões

É a quantia, em reais, que a chamada "máfia dos ingressos" obtinha em cada Copa do Mundo com a venda irregular de entradas para os jogos, segundo inquérito da polícia civil do Rio de Janeiro, que investiga o caso. Quando o esquema foi descoberto, os envolvidos negociavam ingressos para jogos do Brasil por até R$ 7 mil, e os preços de ingressos para a final atingiam até R$ 35 mil. Os ingressos seriam dados a ONGs ou oferecidos como cortesia a jogadores e federações.

35,6 milhões

É o número de tuítes durante a (dolorosa, para brasileiros) partida entre Brasil e Alemanha, na semifinal – o jogo mais comentado na rede social. Foi também o jogo com o maior número de tuítes por minuto: 580.166, no gol de Sami Khedira. No total, o Twitter contabilizou 672 milhões de tuítes relacionados à Copa durante o evento.

1 bilhão

É o número de posts, curtidas e comentários a respeito da Copa no Facebook, apenas na primeira metade do torneio. A Copa 2014 se tornou o evento esportivo mais comentado da história da rede social em sua década de existência. "As pessoas estão tendo conversas no Facebook a respeito do que assistem em uma escala sem precedentes", disse na época à agência de notícias Reuters o diretor de parcerias da rede social, Nick Grudin.

2 bilhões

É o número estimado de buscas no Google relacionadas à Copa do Mundo durante o evento. Neymar, Cristiano Ronaldo e Messi estiveram entre os mais buscados.

Patrimônio de Aécio Neves declarado à Justiça Eleitoral é "caixa-preta" que precisa ser aberta.

10 de julho de 2014



Senador mineiro omite dados sobre suas sociedades com empresas de participações e em nada contribui para a desejada transparência da classe política

Ao entregar sua declarações de bens apresentada à Justiça Eleitoral para registro de candidatura à Presidência da República, o tucano Aécio Neves (MG) contraria a Lei 4737/1965 do Código Eleitoral brasileiro, que em seu artigo 94 é claro ao determinar que o requerimento de registro deve conter "declaração de bens, de que constem a origem e as mutações patrimoniais"O senador mineiro, porém, declarou ser sócio cotista em cinco empresas. Duas delas...Leia mais aqui

Dilma: governo colocou R$ 14 bi para Pronatec gratuito

2 de julho de 2014



A presidente da República Dilma Rousseff lembrou, nesta quarta-feira, 2, que o governo federal colocou R$ 14 bilhões para garantir que os cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec) fossem gratuitos. "Nunca antes fizeram um programa que garantisse o curso técnico gratuito, o material pedagógico, transporte e merenda gratuitos", disse ela, durante cerimônia de formatura de alunos, em Vitória (ES). 

 A presidente explicou que até 2005 era proibido o governo federal fazer escola técnica, "se meter em ensino profissional", por conta de uma lei. "Eu era ministra da Casa Civil e enviamos uma lei ao Congresso que acabava com essa proibição", explicou.

 Ela repetiu que a continuidade do Pronatec será de 12 milhões de novas matrículas, além das 8 milhões feitas até agora no programa, incluindo as 188 mil dos 69 municípios do Espírito Santo. "O Pronatec não pode parar com 8 milhões de matrículas, por isso estamos colocando mais 12 milhões", disse. "E as mulheres são 60% das matrículas e vocês vejam como nós, o chamado mulherio, estamos vivas", completou. Ela começou o discurso agradecendo os elogios dos presentes. "Não é toda hora que a gente recebe declaração de amor", disse a presidente, após ouvir da plateia um "Dilma, eu te amo" e dias depois de ser xingada na cerimônia de abertura da Copa do Mundo.

Dilma toca bumbo e reco-reco em inauguração

1 de julho de 2014



A  presidenta Dilma  inaugurou na manhã desta terça-feira, 1º, o Arco Metropolitano (BR 493), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Dilma  foi recebida por operários e ritmistas das escolas de samba Beija-Flor e Grande Rio. Cercada de passistas, a presidente tocou bumbo, reco-reco e chocalho.


Dilma participou  de inaugurações no Estado do Rio, ao lado do governador Luiz Fernando Pezão e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, ambos do PMDB. 

Nesta segunda, 30, a presidente inaugurou um hospital em Saquarema, na Região dos Lagos, e um condomínio de apartamentos populares do Minha Casa Minha Vida, no centro do Rio. A unidade, no entanto, vai funcionar com apenas 20% da sua capacidade. O pleno funcionamento está previsto para setembro, quando Dilma já não poderia participar da entrega, a lei eleitoral não permite

Na chegada ao evento desta terça, a presidente cumprimentou trabalhadores que participaram da construção do Arco Metropolitano. O ex-governador Sergio Cabral, do PMDB, e o prefeito de Duque de Caxias, Alexandre Cardoso (sem partido), foram vaiados quando tiveram seus nomes anunciados.

Enquanto Dilma e Pezão faziam o descerramento da placa da rodovia, parte do público puxou um coro "É Lindbergh! É Lindbergh!", referência ao candidato do PT ao governo carioca. 

A obra.

 O Arco Metropolitano, iniciado em 2008, consumiu R$ 1,9 bilhão. 

"O que caracteriza esse arco rodoviário é a imensa oportunidade, porque liga rodovias e portos, o que é um negócio estratégico; liga grandes obras e grandes projetos e abre acesso a um território desocupado que estava na baixada. Abre um caminho para o futuro", afirmou Dilma.

Barbosa: caso único de juiz que dá cartão vermelho para si mesmo

30 de junho de 2014



Nesta terça feira Joaquim Barbosa preside sua última sessão antes de se mudar para Miami. Vai deixar saudade?

Na semana passada, o ministro e ainda presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, faltou ao julgamento dos recursos dos réus da Ação Penal 470, o chamado "mensalão". Foi mais uma de suas decisões políticas, apesar do cargo que ocupa não ser adequado a tal politização Nesta terça feira (1), Joaquim Barbosa preside sua última sessão antes de se mudar para Miami. Vai deixar saudade? Em seus 12 anos como ministro do Supremo ele colecionou bate-bocas, discussões ríspidas, trocas de ameaças, ofensas e até um princípio de 'barraco'....Continue lendo aqui

Perda de credibilidade e de negócios: Globo é a grande derrotada da Copa

27 de junho de 2014




Era para ser uma janela de oportunidades para as empresas de mídia, mas a visão estreita e o partidarismo que assumiram se voltaram contra elas mesmas...
 Até o início do Mundial, as tevês, jornalões, revistas e portais alinhados ao pensamento demotucano detonavam a Copa no Brasil. Óbvio que essa corrente de pensamento do contra influiu na imprensa estrangeira. Mesmo empresas de comunicação que tenham correspondentes no Brasil acabam contaminadas pelo que ouvem e veem nas telas de TV, nas capas de revistas e nas páginas dos jornais de maior circulação.Pois bem. Na quinta-feira (27), o Jornal Nacional da TV Globo fez uma longa matéria mea culpa, mas disfarçada, com o título "Clima festivo e sucesso da Copa conquistam manchetes internacionais".... Leia mais aqui