quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Petrobras é a 3ª em investimentos, diz relatório da AIE

Em um ambiente de retração dos investimentos no setor de petróleo, os planos da Petrobrás aparecem como a terceira maior cifra do mundo. A estatal investirá US$ 28 bilhões este ano, uma queda de 3,7% em relação a 2008, mas ainda assim um montante somente inferior ao da PetroChina (US$ 34,1 bilhões) e da Shell (US$ 31 bilhões).

O levantamento é da Agência Internacional de Energia (AIE) e faz parte do relatório anual "Perspectiva para Energia Mundial", divulgado ontem. Conforme a entidade, os projetos de água profunda têm sido menos afetados pela crise porque possuem escala maior e são operados por grandes empresas internacionais. Para a agência, é improvável que as companhias cancelem esses projetos mesmo que o preço do petróleo fique mais baixo por alguns meses

Paulo Bernardo abre debate sobre anteprojeto de Lei Orgânica da Administração Pública

O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, apresenta amanhã (11) a técnicos da equipe econômica do governo federal o anteprojeto de Lei Orgânica da Administração Pública, elaborado por uma comissão de sete juristas, especialistas em direito administrativo, que discutiram o tema durante 20 meses.

O documento é autoral, elaborado com total autonomia científica, sem qualquer interferência governamental, no qual os juristas propõem alterações legais para melhorar e inovar as definições das figuras jurídicas estatais. Sugerem também orientações jurídicas aplicáveis às relações de fomento e parceria do Poder Público com os entes da sociedade civil.

De acordo com cópia do anteprojeto, disponível no endereço eletrônico www.planejamento.gov.br ,  o trabalho considerou as insuficiências, contradições e imprecisões do Decreto-Lei 200/1967 e das emendas à Constitução 19/1998 e 32/2001. O texto diz que existe uma “confusão conceitual” que impõe obstáculos à gestão pública e promove desencontros entre os órgãos de controle sobre aspectos fundamentais da organização e funcionamento das entidades administrativas.

O assunto é complexo, delicado e impõe alterações na máquina pública para que as autarquias, empresas estatais, fundações e organizações sociais respeitem as metas e regras de governança. Por isso, o Ministério do Planejamento deve anunciar amanhã uma agenda de debates sobre o tema, que envolva os representantes do governo, da classe acadêmica e dos políticos. Agência Brasil.

GM contrata 600 para fábricas no interior de SP

A General Motors anunciou nesta quinta-feira que vai contratar 600 funcionários para três fábricas no interior de São Paulo para lidar com aumento de produção.

A empresa divulgou em comunicado que vai contratar 250 trabalhadores para a unidade de São Caetano do Sul, 250 para a fábrica em São José dos Campos e outros 100 em Mogi das Cruzes.

"O expressivo crescimento do mercado automotivo brasileiro nos impulsiona a ampliar as atividades nas unidades da empresa no país. Nossa expectativa é a de atingir um recorde histórico de vendas neste ano de 2009", afirmou em comunicado o vice-presidente da General Motors do Brasil, José Carlos Pinheiro Neto.

O processo de seleção e recrutamento dá preferência aos empregados que trabalharam anteriormente na empresa, informa a companhia. No começo do ano, a GM dispensou cerca de 1.600 empregados com contrato temporário de trabalho em São Caetano do Sul, em um momento em que a indústria brasileira de veículos ainda sentia os efeitos da queda na demanda provocada pela crise financeira internacional.

A fábrica de São José dos Campos produz modelos Corsa, picapes S10 e Montana e veículos desmontados para exportação. Em São Caetano, a montadora fabrica os modelos Astra, Vectra, Classic e família Corsa. Em Mogi das Cruzes, a companhia produz componentes para veículos como Astra, Classic e Vectra.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Oposição usa apagão para atingir Dilma e Lula

DEM e PSDB comemoram a falta de energia ontem. Para eles, o povo é apenas um detalhe, lembrado apenas quando querem votos. Por volta das 23h de terça-feira, a oposição já começava a articular uma forma de atingir a ministra Dilma Rousseff. Uma falha no abastecimento de energia a 18 Estados era vista como trunfo para a campanha do ano que vem.

"Era uma questão que o PT sempre jogava na culpa do nosso governo", disse o deputado Rodrigo de Castro (PSDB-MG), secretário-geral do partido.Estamos comemorando sim, agora eles não podem mais falar de Fernando Henrique Cardoso

Responsáveis por um dos maiores apagões da história do país --em 2001--, líderes do PSDB e Democratas subiam à tribuna do Congresso nesta manhã para criticar o governo e a ex-titular de Minas e Energia, responsável pela formulação do novo sistema elétrico nacional no primeiro mandato do governo Lula.

Horas depois, PSDB e DEM apresentavam requerimentos para convocar a ministra Dilma e os demais ministros da área ao longo dos últimos sete anos e pediam ao Executivo um histórico oficial dos investimentos público e privado no setor no período.

Apesar da diferença da abrangência deste para o apagão de 2001, a oposição transformou o acontecido em oportunidade para questionar a capacidade gerencial de Dilma. Exibia ao longo do dia declarações da ministra dadas no passado de que o Brasil estava livre de apagões.

"Esse apagão é produto de não investimento... Estamos vendo uma bomba de efeito retardado decorrente da falta de investimento", afirmou o líder do DEM, senador José Agripino que comemorava junto com parlamentares do DEM

Lula

Lula foi informado do blecaute logo após seu início. Estava reunido com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, quando recebeu a notícia. Ao auxiliar, pediu "agilidade" para resolver o problema e detectar as possíveis causas, disse uma fonte do Palácio do Planalto.

Cientes de que os oposicionistas usariam o fato como artilharia, governistas tentaram neutralizar os efeitos das críticas e da tentativa de responsabilizar Dilma pelo incidente.

"Reagimos rápido. Em menos de três horas, a situação havia sido normalizada. O Brasil produz mais energia que consome... Se fosse um problema um estrutural, aconteceria em horário de pico, não em horário de baixo consumo", disse à Reuters o líder do PT na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (SP).

As comissões de Minas e Energia do Congresso sediarão nos próximos dias o embate entre governo e oposição por responsabilidades sobre as fragilidades do setor. Mas os governistas procuravam mostrar otimismo.

"Não temos um argumento forte para fazer política. O que aconteceu, até onde eu sei, foi um problema técnico...Isso não mancha a imagem de ninguém," afirmou o deputado Bernardo Ariston (PMDB-RJ), presidente da comissão na Câmara.

Depois de ter sido “hackeada”, enquete do senado volta ao ar, entre lá e vote!

Após ter registrado 250 mil votos a favor do “Não” em uma hora e meia, o que é bastante incomum, o Senado Federal solicitou investigação do departamento de tecnologia da Casa nesta segunda-feira, sendo constatado ataque por “hackers” contrários a lei que criminaliza a homofobia.

Na última quarta-feira, foi aberta a votação referente à criação de uma lei que torna crime a discriminação homossexual.

A diretora da Secretaria de Pesquisas e Opinião Pública do Senado, Ana Lúcia Novelli, disse à reportagem do Portal IMPRENSA que, de fato, a enquete foi vítima de ataque de hackers e que isso pode ocorrer novamente. "A gente percebeu que a chave de segurança estava sendo burlada, então resolvemos refazê-la", explicou. Desse modo, como não era possível separar votos legítimos e "hackeados", a enquete anterior foi suspensa e uma nova votação foi iniciada e ficará no ar até o fim de novembro.

Ana Lúcia explicou que a equipe de tecnologia do Senado desenvolveu um novo sistema de segurança, mas "que o risco em informática sempre existe". Ela salientou que essa foi a primeira vez que uma enquete proposta pela Casa sofreu ataque de piratas virtuais. O caso está sob investigação do departamento de tecnologia.Terra

Clique aqui e vote no “SIM” a favor da lei que criminaliza a homofobia.

José Serra copia metas de redução do governo Lula

As metas de redução de emissão de gases do efeito estufa do Estado de São Paulo e do governo federal são proporcionalmente iguais. O compromisso paulista, oficializado anteontem pelo governador José Serra (PSDB), é de reduzir as emissões do Estado em 20% até 2020, comparado ao ano de 2005. Já o governo federal apresenta uma meta de redução de 40% da taxa de crescimento das emissões nacionais até 2020, comparado ao que elas aumentariam se nada fosse feito para controlá-las. Em relação a 2005, isso representaria uma redução absoluta de 19%.



Os cálculos foram feitos com base em um estudo coordenado pelo pesquisador Carlos Cerri, da Universidade de São Paulo, que estimou em 2 bilhões de toneladas as emissões brasileiras de gases do efeito estufa em 2005. Já as emissões de 2020 são projetadas pelo Ministério do Meio Ambiente em 2,7 bilhões de toneladas. No caso de uma redução de 40%, essa emissão cairia para 1,62 bilhão de toneladas, o que representaria uma redução absoluta de 19% em relação aos valores de 2005 - semelhante à meta paulista de 20%.

Do ponto de vista prático, porém, especialistas avaliam que a meta de São Paulo será mais difícil de ser cumprida do que a federal, uma vez que não poderá se basear em redução de desmatamento e dependerá de corte de emissões em setores estratégicos como indústria, energia e transporte. No caso da proposta nacional, metade da redução (20%) viria da diminuição do desmatamento na Amazônia.

Tanto a meta paulista quanto a brasileira serão apresentadas na Conferência do Clima de Copenhague, em dezembro. O governador José Serra pretende participar do evento, assim como a ministra Dilma Rousseff (PT), e a senadora Marina Silva (PV)Agência Estado

Está provado. Foi sabotagem:Canalhas da oposição planejam usar blecaute para atacar Dilma

A oposição se prepara para explorar eleitoralmente o blecaute elétrico ocorrido ontem. A ideia é responsabilizar a ministra Dilma Rousseff e provocar um desgaste na imagem de "boa técnica". Os governistas, por outro lado, já estão com discurso pronto e pretendem jogar na conta do PMDB a responsabilidade pelo blecaute.

O líder do DEM na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), afirmou nesta quarta-feira que o apagão foi o "pó de cal" na candidatura da ministra que esteve no comando do Ministério de Minas Energia entre janeiro de 2003 e junho de 2005.

Segundo Caiado, o apagão mostra que a figura de "técnica exemplar" não existe. "Eu resumiria que esse apagão foi o pó de cal na candidatura da ministra Dilma. Ela vendia a imagem de técnica competente e agora, ela mostra que é incompetente nessa área que ela tratava como a menina dos seus olhos. Essa imagem que ela tanto se esforçou para mostrar com certeza caiu por terra", afirmou.

A líder do governo no Congresso, senadora Ideli Salvatti (SC), saiu em defesa da ministra e disse que o governo adotou as medidas necessárias. "Quando a ministra foi ministra de Minas e Energia não tivemos apagão. Agora precisamos investigar. A oposição que está com esse discurso tentará utilizar eleitoralmente, mas com as medidas adotas até agora teremos respostas de garantia para que não haja mais repetição [apagão]", disse.

A oposição se mobiliza para fazer a ministra dar explicações sobre o apagão tanto na Câmara quanto no Senado. Os oposicionistas vão se esforçar para desfazer os desgastes -- carregados pelos candidatos tucanos nas duas últimas eleições -- pelo apagão que ocorreu no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) que deixou parte do país às escuras em 2001.

Os oposicionistas prometem unir forças para mostrar que o governo Luiz Inácio Lula da Silva não teve o êxito propagado no que diz respeito à administração do sistema elétrico nacional. Aqui na Folha

Pane na transmissão parou usina de Itaipu, afirma governo

Um blecaute iniciado às 22h13 de ontem deixou pelo menos nove Estados (São Paulo, Rio, Minas, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo e Pernambuco) e o Distrito Federal sem luz, total ou parcialmente, durante mais de duas horas.

O problema, teria sido originado por uma falha no sistema de transmissão de Furnas, que parou a usina de Itaipu e fez com que faltasse luz até no Paraguai.

"Houve um desligamento completo de Itaipu", disse o ministro Edison Lobão (Minas e Energia). Até o fechamento desta edição, o governo federal não conseguira determinar as causas do blecaute. Para Jorge Samek, diretor-geral de Itaipu, um tufão pode ter derrubado torres de transmissão de Furnas e prejudicado a distribuição de energia da usina.Segundo o governo, o blecaute afetou SP, RJ, MG, PR, MT, MS, ES, GO e PE, além do DF.

Dilma:Lula dá de "400 a 0" em FHC

A ministra Dilma Rousseff, esteve ontem no batismo de um navio em Niterói. Em discurso para trabalhadores, empresários e autoridades locais, Dilma defendeu a continuidade do governo Lula e fez comparações com o período do tucano Fernando Henrique Cardoso. "Nosso governo dá de 400 a zero no anterior", afirmou a ministra em entrevista após a cerimônia, realizada no estaleiro STX Europe.

"O presidente Lula já começou a mudar esse País e, para nós, a continuidade do governo do Presidente Lula significa, junto com os senhores, avançar cada vez mais. Essa parceria entre governos, trabalhadores e empresários é a parceria vitoriosa para esse País", discursou, após receber homenagem do Sindicato Nacional da Indústria de Construção Naval.

Dilma foi convidada pelo STX Europe para ser madrinha da embarcação Skandi Ipanema, que vai apoiar as operações petrolíferas do grupo de Eike Batista.

"Diante da crise, por exemplo, o governo anterior aumentou tributos e juros, reduziu investimentos e deprimiu o País", disse. "Nós, pelo contrário, reduzimos IPI e juros e aumentamos investimentos, gerando empregos." Acrescentou: "Comparar o Bolsa-Família, que atende a 11 milhões de famílias, com o vale gás do governo anterior é patético." E citou a questão social como "um marco desse governo".

Na entrevista concedida após o evento, Dilma declarou que a oposição tem medo de comparações entre as duas gestões. No mês passado, o DEM, PSDB e PPS protocolaram representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Lula e a ministra, acusando-os de antecipar o início da campanha com viagens para inaugurações de obras. "Entendo o nervosismo. Depois que falam tudo o que querem, dizem "agora, não vamos polemizar". Tudo o que quero é comparar. Tomamos gosto pela coisa", disse Dilma.

Antes de seu discurso, Dilma já havia recebido elogios e apoio de todos os oradores, incluindo o governador do Estado, Sérgio Cabral Filho (PMDB), o prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira (PDT), e o presidente da Transpetro, Sérgio Machado.

Contratante da embarcação, o empresário Eike Batista, afirmou que o Skandi Ipanema "vai ter a maior sorte, por ter como madrinha a ministra Dilma", que foi saudada por sindicalistas como "o alicerce" para o renascimento da indústria naval brasileira.Agência Estado

Dilma está chegando


Pesquisa Vox Populi/Band, divulgada ontem pelo Jornal da Band, mostra a recuperação da pré-candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT). Ela tem 19% das intenções de voto no cenário com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB). O tucano continua em primeiro lugar, com 36% das intenções de voto. Em outubro, a petista tinha 15% e Serra, 40%

Dilma compara governos de Lula e FHC

Dilma compara governos de Lula e FHC.
Ao participar nesta terça-feira (10/11) da solenidade de lançamento ao mar da embarcação de apoio offshore no estaleiro STX, da qual foi madrinha, no Rio de Janeiro, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, fez comparações entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Fernando Henrique Cardoso e alfinetou a oposição. O PSDB ainda não se manifestou sobre as declarações da ministra.“A verdade é que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva dá de 400 a zero no do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e agora somos nós que estamos pegando gosto pela comparação”, disse Dilma.De acordo com ela, as ações do governo Lula estão incomodando os oposicionistas. “A oposição está nervosa e agora diz pelos jornais que não quer polemizar”, afirmou a ministra. Segundo Dilma, o nervosismo dos adversários é causado pelo volume de realizações da gestão Lula.Ela também destacou a atuação conjunta do governo com os estados e com o setor privado. “Essa parceria entre trabalhadores, empresários e governos federal e estadual é extremamente vantajosa e mostra claramente por que tudo o que a oposição não quer que comparemos o governo do presidente Lula com o governo anterior”, acrescentou Dilma, citando os investimentos do governo em habitação, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida, e em saneamento e infraestrutura.“Diante da crise, diminuímos juros, diminuímos tributos como o IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados] e aumentamos investimentos. Diante da desigualdade de renda, criamos o Bolsa Família – e é patético você comparar um Bolsa Família, com 11 milhões de pessoas , com o Vale Gás ou o Bolsa Escola, que tinham uma população reduzida”, ressaltou a ministra.Procurado pela Agência Brasil, o PSDB informou, por meio de sua assessoria, que está avaliando as críticas feitas pela ministra, no Rio, para ver se vai ou não respondê-las.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Caetano cai depois de criticar Lula

No blog Os amigos do Presidente Lula, eu postei um vídeo do tombo de Caetano Veloso em um show em Brasilia. Hoje, recebi o outro  vídeo,   onde Caetano caiu de bunda no chão durante apresentação do show Zii e Zie em São Paulo no dia 8 de novembro de 2009 Isso depois de criticar Lula. Vingança veio a cavalo, né não. Vejam as imagens

Pesquisa: Dilma sobe . José Serra cai



Pesquisa eleitoral Vox Populi/Band divulgada pelo Jornal da Band nesta terça-feira, 10, mostra a recuperação da pré-candidatura da ministra Dilma Rousseff, que já tem 19% das intenções de voto no cenário com o governador de São Paulo, o tucano José Serra. No último levantamento, em outubro, Dilma tinha 15% dos votos.

A enquete também mostra queda de  Serra,  com 36% das intenções de voto. No mês passado, o tucano tinha 40%. No mesmo cenário, o deputado federal Ciro Gomes, do PSB, aparece em terceiro, com 13% das intenções de voto. Heloisa Helena, do PSOL, tem 6%, e a senadora Marina Silva, do PV, 3%.

A margem de erro é de 2,4%. Dois mil eleitores foram ouvidos em 170 municípios de todos os Estados, menos Acre, Roraima e Rondônia.

Num segundo cenário, com o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, como candidato tucano, Dilma aparece em primeiro lugar, com 20% dos votos. Nessa lista, a ministra está tecnicamente empatada com Ciro Gomes, que tem 19%, e Aécio, com 18%. Heloisa Helena aparece como 8% das intenções, e Marina com 4%.

O instituto também testou o nível de decisão dos eleitores; 33% já decidiram em quem votar. Por fim, o Vox Populi mediu ainda o índice de aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que subiu de 65% em outubro para 68% em novembro.

Resultados da pesquisa do Instituto Vox Populi para o Jornal da Band:

Serra - 36% (tinha 40% na pesquisa do Vox fechada na segunda-feira 2/11);

Dilma - 19% (tinha 15%);

Ciro - 13% (tinha 12%);

Heloísa Helena - 6% (na pesquisa anterior não foi testada);

Marina - 3% (tinha 5%);

Nulo, branco e não sabe - 23%

Dilma disputando com Ciro Gomes

Dilma - 20%

Ciro - 19%

Aécio - 18%

Heloísa - 8%

Marina 4%

Nulo, branco e não sabe - 31%.

33%; dos leitores Já decidiram em quem votar

12% Ainda não sabe

E 55%, ainda não decidiu

Caiu também o índice de rejeição da ministra Dilma, Agora está em 12%.

Foram ouvidos 2 mil eleitores em 170 municípios de todos os Estados . A pesquisa foi feita entre os dias dias 31 e 6. A margem de erro: 2,4%.

Tucano vai ao desespero

Palavras do presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), ao saber que Dilma subiu na pesquisa: Dilma Rousseff, é "arrogante, autoritária e sem votos"

Dilma diz que gostaria de receber Madonna em Brasília

A ministra Dilma Rousseff, informou hoje no Rio de Janeiro que um encontro dela e da primeira-dama, Marisa Letícia, com a popstar Madonna está sendo avaliado pelas assessorias da cantora e da primeira dama. "Teríamos imenso prazer em receber a Madonna em Brasília", disse a ministra em entrevista coletiva no Palácio da Cidade.

A cantora está hospedada desde ontem em Ipanema, com o namorado carioca Jesus Luz. Em sua agenda estão previstos um jantar com o governador Sérgio Cabral na noite de quinta-feira, na casa do empresário Eike Batista, o homem mais rico do Brasil, e também um encontro, sem data definida, com o prefeito Eduardo Paes.

Em sua segunda visita à cidade em menos de um ano, a rainha do pop pretende discutir um projeto para crianças carentes numa favela, nos moldes do que ela tem no Malauí. Uma das cogitadas é a do Cantagalo, perto do hotel. É a mesma favela visitada no ano passado por Carla Bruni, a primeira-dama francesa. Já o tabloide inglês "The Sun" afirma que ela veio ao Brasil conhecer os pais de Jesus.

Liberados R$ 199,8 milhões para a merenda escolar

Estão à disposição dos beneficiados recursos de R$ 199,8 milhões referentes à parcela de novembro do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Do total, R$ 69 milhões foram destinados a secretarias estaduais de educação, exceto as de Alagoas e do Amapá, que ainda não compuseram o conselho de alimentação escolar. Aos municípios foram transferidos R$ 130,7 milhões.
 
Os recursos devem ser aplicados na aquisição e na distribuição da merenda dos alunos matriculados em escolas públicas, da creche ao ensino médio, além da educação de jovens e adultos. São contemplados estudantes de escolas urbanas e rurais, de áreas remanescentes de quilombos e das aldeias indígenas.
 
Também estão à disposição R$ 5,4 milhões do programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem) da Secretaria Nacional da Juventude da Presidência da República. O repasse foi de R$ 2,6 milhões para as escolas que oferecem ensino integral e de R$ 2,7 para os beneficiados do Projovem.
Os recursos, detalhados, podem ser conferidos na páginaeletrônica do FNDE.

Dilma será a chefe da delegação em Copenhague

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, confirmou nesta terça-feira que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, vai chefiar a delegação brasileira durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em dezembro, em Copenhague. Ele garantiu estar “confortável” diante da situação e elogiou o interesse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas discussões sobre mudanças climáticas.

- A ministra Dilma é, sem dúvida nenhuma, a ministra mais importante do governo. O fato de ela chefiar a delegação tem várias leituras, cada um fará a sua. Eu faço a de que o meio ambiente e o clima não são uma coisa exclusiva dos ambientalistas e que todo o governo está vestindo a camisa - disse.

Após participar da abertura do 1º Encontro Mudanças Climáticas – Um Desafio para as Políticas Públicas, Minc avaliou que uma possível integração entre a visão ambiental e a visão do desenvolvimentista é boa.

- Vamos imaginar que ela [Dilma] não fosse para Copenhague. Alguém crítico poderia dizer que ela só pensa em desenvolvimento e crescimento. Todas as insinuações, nesse período, podem ser especuladas - finalizou.
Paula Laboissière, Agência Brasil

PAC habitação

O Presidente Lula e os ministros Marcio Fortes (Cidades) e Dilma Rousseff apresentam nesta terça-feira (10), em Brasília, os projetos selecionados para receber orçamento no âmbito do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (PAC Habitação).

Governadores e prefeitos dos 12 Estados e 19 capitais selecionados estarão presentes.

Foram selecionados109 projetos nas áreas de urbanização, regularização e integração de assentamentos precários. Desse total, 62 são novos projetos com verba de R$ 649,47 milhões, e 47 complementam projetos já inseridos no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), somando R$ 550,26 milhões. O total de repasse dessa seleção é de R$ 1,2 bilhão, beneficiando 50 mil famílias.