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sábado, 24 de abril de 2010

Dilma prega renovação em SP


Em ritmo sertanejo, a música canta: "Vem Dilma, vem, mostrar o que você aprendeu com esse cabra valente," seguida de aplausos. "Ela aprendeu com ele, ela é documento. Eu faço como Lula, eu vou com ela."

Com um novo jingle, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, foi recebida por partidários paulistas neste sábado em uma rara aparição sem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em São Paulo para a apresentação dos nomes de Aloizio Mercadante e Marta Suplicy para a disputa ao governo paulista e ao Senado, respectivamente, Dilma usou seu discurso para alfinetar o PSDB, que há 15 anos comanda o Estado, e reformular o slogan "O Brasil pode mais" da pré-candidatura tucana à Presidência.

"São Paulo merece mais. São Paulo merece esse novo jeito de governar," discursou Dilma aos partidários, em referência ao mote usado por José Serra (PSDB), seu principal oponente na corrida presidencial, e que por várias vezes já foi ironizado publicamente por Lula.

Para ela, ambos têm um "desafio enorme para cumprir" e disparou contra "o mesmo grupo político que governa o Estado desde 1983."

"Eu acho que poucas vezes São Paulo vai ver uma chapa tão qualificada quanto com a Marta e o Mercadante," disse. "Esse governo (PSDB) não preparou São Paulo para o futuro."

Presença aguardada no evento, Lula se ausentou por razões pessoais, mas enviou uma carta, lida pelo líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP), na qual afirmou que o momento é "histórico para o PT, o Brasil e o Estado de São Paulo" e que será "militante desta campanha que já começa vitoriosa."

Discursando antes de Dilma, Marta afirmou que a "eleição vai ser decidida aqui (em São Paulo)" e levantou a bandeira das mulheres na política.

"Diziam que Lula só tinha experiência política, mas nenhuma administrativa. Agora vão dizer que a Dilma é administradora, mas não tem experiência política. Eu conheço esse discurso," afirmou. "Só não ousaram dizer que era mulher. Porque aí já era demais."

"Não vem porque não tem. Nós vamos colocar a primeira mulher como presidente da República."

O jingle apresentado nesta tarde, que reforça o trabalho de atrelar a imagem de Dilma à de Lula e que, segundo a organização, não é oficial, também bate nesta tecla. "É diferente porque é mulher," canta parte da letra.

Último a discursar, Mercadante também exaltou Dilma, a quem chamou de "presidenta" e foi duro nas críticas a Serra, especialmente sobre o episódio da greve dos professores.

"Vivemos numa democracia, onde as pessoas têm direito de se manifestar," disse. "Uma categoria como a dos professores não pode ser tratada com borrachadas!"Agência Reuters

quarta-feira, 7 de abril de 2010

PCDOB escolhe Brasília para festa de Dilma

O PCdoB formalizará amanhã seu apoio à pré-candidatura de Dilma Rousseff à Presidência em um ato no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, a partir das 17h. Além da pré-candidata, o Presidente Lula confirmou sua presença, aceitando o convite. Estão certas as participações de Leci Brandão, Martinho da Vila, Netinho de Paula e Jorge Mautner. O presidente regional do PCdoB, Augusto Madeira, explica a opção por ter, após uma série de reuniões, "ficado explícita a afinidade programática entre ela e a nossa legenda e da mesma forma com a direção recém-eleita do PT".

sábado, 3 de abril de 2010

Dilma passeia com seu cão em Brasília



Comentário do leitor do Estadão;Vá em frente Dilma. Você será a salvação do Brasil contra o PSDB/DEM(Arruda/Yeda)- que sabe muito bem vender a Vale a prêço de Banana , fazer pedágios mais caros do mundo e tentar vender outros patrimônios do país como Banco do Brasil, Caixa Econômica e Petrobrás. Dilma ...Dilma


Após deixar o comando do Ministério da Casa Civil, a pré-candidata petista, Dilma Rousseff aproveitou o feriado para descansar.

Ontem pela manhã, a ministra saiu logo cedo para passear com o seu cão Nego, da raça labrador. O cachorro é herança de um antigo ocupante da Casa Civil.

Fora do ministério, Dilma terá agenda cheia na próxima semana. Dilma buscará apoio no Distrito Federal, durante convenção do aliado PR, e em Minas Gerais, onde participará de encontros com prefeitos, empresário e militantes petistas.

Especialistas: comparação entre FHC e Lula prejudica Serra

Na despedida do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), na última quarta, notou-se a ausência do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB). No lançamento da campanha presidencial de Serra, no próximo sábado, Fernando Henrique não deverá discursar.Seriam estes indícios de que a presença do ex-presidente na campanha de Serra deverá ser tímida?

"A estratégia do PT é trazer o Fernando Henrique para o centro do debate eleitoral porque a memória do governo Lula é muito mais positiva", avalia o doutor em ciência política e conselheiro em marketing eleitoral Juliano Corbellini. "A tendência do PSDB é não trazer o Fernando Henrique para a pauta e não comprar essa tese do PT."

Tanto o ex-presidente como o atual, Luiz Inácio Lula da Silva, e sua candidata a sucessão, Dilma Rousseff (PT), têm falado sobre a comparação entre os governos. Para os estudiosos do tema, contudo, a comparação só favorece Dilma. Para o cientista político David Fleischer, da Universidade de Brasília,o PT quer "pendurar" o ex-presidente FHC no governador Serra, o que estaria incomodando muitos tucanos.

"Quem sabe eles (PSDB) não o convencem (FHC) a cumprir quatro, cinco meses de contrato com a universidade americana", sugere. De acordo com a página do Instituto FHC, o ex-presidente é membro da Brown University, dos Estados Unidos.

Na análise de Corbellini, o primeiro round da eleição presidencial será a definição de agendas dos candidatos. "Será uma comparação entre governos ou entre os candidatos Serra e Dilma. Se o que prevalecer for a comparação entre os governos, venceu a estratégia da Dilma. Se for uma comparação entre os candidatos, devemos ter uma disputa mais equilibrada."

"Patrimônio"

Do lado tucano, o presidente de honra do PSDB é tido como um "patrimônio" e, no discurso, sua presença é dada como algo positivo para a candidatura Serra. "Ele é um patrimônio do partido e a participação dele é extremamente favorável", diz o senador Álvaro Dias (PR). Ele adota a tese de que a comparação entre governos, "sem manipulação de informações, mostra que o mandato de Fernando Henrique é muito superior".

Ao falar sobre a estratégia que o agora ex-governador de SP deve adotar, entretanto, a defesa é de uma pauta baseada em planos para o futuro. "O Serra não deve se preocupar com comparações. Ele deve ser responsável por uma agenda de futuro para o povo brasileiro. Sem desdenhar o passado, deve olhar para o futuro", diz o parlamentar.

Para o PT, a figura do ex-presidente representa a oposição, algo que o PSDB tentaria "esconder" durante a campanha. "O PSDB quer esconder o Fernando Henrique, mas não vai conseguir, porque não pode se despir do caráter oposicionista e dizer que é continuidade", diz o líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (PT-SP).Terra

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Agora é Dilma!


Após 7 anos e 3 meses no governo Lula, a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, deixa o cargo oficialmente para se dedicar a campanha á presidência

Ainda é cedo para a previsão do resultado eleitoral. Muita água vai passar por debaixo da ponte. Mas diversos diretores de institutos de pesquisas começaram a antever a vitória da petista Dilma Rousseff na disputa da eleição presidencial. E mais: Dilma pode levar ainda no primeiro turno mesmo com o socialista Ciro Gomes e da verde Marina Silva na disputa.

Um petista do alto escalão garante que o PT se estrutura para vencer as eleições presidenciais no segundo turno. Dilma pode crescer nas pesquisas de intenção de voto e o partido não vai colocar salto alto. Mas o dirigente petista brincou: se o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso subir no palanque e no programa de TV de Serra aí, sim, é possível vencer no primeiro turno.

“Lula, guerreiro do povo brasileiro” “Olê, Olá, Dilma”

Em discurso para mais de 3 mil educadores na Conferência Nacional de Educação, o presidente Lula “defendeu piso salarial de R$ 1.024 para o professorado, aprovado em 2009 mas ainda rejeitado por alguns Estados. E disse que a categoria é “maltratada”.

“Eu não me conformo é alguém achar que um piso de R$ 1.024 é alto para uma professora que toma conta dos nossos filhos dentro da sala de aula”, disse. “Os professores ao longo desses últimos 30 anos tiveram a profissão judiada, sucateada, e muitas vezes maltratada”.

Sem Dilma, que deixou o governo anteontem, Lula disse que precisa seguir em frente e que não se comportará como “ex-presidente”. “Vai quebrar a cara quem pensar que eu vou ser um ex-presidente. Vocês vão me ver andando por este País.” Na plateia, um grupo de estudantes, professores, pais e educadores em geral gritava “Lula, guerreiro do povo brasileiro” e “Olê, Olá, Dilma”.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Dilma em Minas

Natural de Belo Horizonte, onde morou até pouco antes de engajar-se na luta armada contra o regime militar, a ex-ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, deverá ir a Minas Gerais em sua primeira semana após se desincompatibilizar.Dilma irá confraternizar com dirigentes pemedebistas, em um momento em que a aliança entre os dois partidos em Minas Gerais ainda não se consolidou.

Dilma irá a Ouro Preto (MG), almoçar com o prefeito pemedebista Ângelo Oswaldo, segundo informou ontem o presidente mineiro do PT, o deputado federal Reginaldo Lopes. Em seguida, deve participar de eventos em São João Del Rey (MG), governada por Nivaldo Andrade, também do PMDB. Nivaldo em 2008 derrotou o candidato apoiado pelo ex-governador Aécio Neves (PSDB), natural da cidade, mas depois se aproximou do tucano.

Na quarta-feira, Dilma estará em Belo Horizonte, onde deve almoçar com empresários, encontrar-se com estudantes e participar de um "jantar de mulheres" no fim do dia. A capital mineira é governada por Marcio Lacerda (PSB), que só deve aderir à candidatura da petista após a possível desistência do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) de concorrer à presidência.

Dilma ainda não conta com um palanque seguro em Minas Gerais. O ministro das Comunicações, Hélio Costa (PMDB) é pré-candidato e lidera as pesquisas, mas o PT insiste em negar a cabeça de chapa ao pemedebista em uma aliança. Ontem, Reginaldo entregou ao chefe de gabinete da presidência, Gilberto Carvalho, uma carta em que reafirma a intenção do partido em ter candidatura própria.

'Para me derrotar, vai ter de botar o pé no barro'

Num discurso aos ministros que saíram para se candidatarem a cargos eletivos em outubro, o Presidente Lula destacou a participação da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, no governo. Lula disse que, Dilma foi “de uma competência extraordinária”. Numa indireta a José Serra (PSDB), disse que, para vencer Dilma, terá de acordar cedo e pisar no barro — Serra tem fama de acordar depois das 11 horas da manhã, chegar atrasado nos compromissos e já disse que detesta acordar cedo, já que passa a noite e madrugada fazenmdo campanha eleitoral no Twitter.

O Presidente afirmou que nos nove meses que restam de seu governo irá trabalhar como “um desgraçado”: Quem quiser me derrotar vai ter que trabalhar mais do que eu. Quem quiser dormir até as 10h, quem quiser achar que tem que fazer relação com um formador de opinião pública e vai me derrotar, vai ter que botar o pé no barro, vai ter que viajar este país, vai ter que correr.

Lula manifestou o desejo de ver Dilma de volta ao Planalto: — A sua saída é um prejuízo para o país, mas a sua saída é dentro de uma perspectiva de que você seja mais do que chefe da Casa Civil. Então, a esperança é a motivação da sua saída.

Ao se dirigir a Patrus Ananias, que saiu do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome para ser candidato do PT ao governo de Minas Gerais, Lula lembrou que, quando o Bolsa Família foi implementado, ele foi alvo de críticas. Mas agora, em sua avaliação, o que há de política social deve-se ao seu governo.

 Quero dizer para quem quiser ouvir, e até para quem não gosta do governo: se tem política social neste país, é feita pelo governo federal, em qualquer estado e município.

Ao falar de Edison Lobão (ex-ministro de Minas e Energia), voltou a dizer que “aves de mau agouro” desejavam um apagão no país, mas isso não ocorreu — esquecendo-se do blecaute de novembro passado, que atingiu nove estados.

Quantas aves de mau agouro torceram para que faltasse energia! Vamos terminar o governo sem o tão sonhado apagão dos meus adversários.

Lula criticou a imprensa.

Disse que, ao contrário do que pensam, lê jornais.

Agora que deu no “New York Times” que o Brasil vai para frente, não querem nem dar notícia. Eles sabem, mas eles fingem que não aparece.

Depois de agradecer a nove ministros, Lula disse que deixou para o fim “a Dilma Rousseff”.

A Dilma foi de uma competência extraordinária. A capacidade de articulação, a capacidade de trabalho.

Muita gente acha que a Dilma é dura. Nem todo mundo é obrigado a ficar se arreganhando para todo mundo. A Dilma é o que ela é. A mulher tem que ser mais serena e saber que tem preconceito contra a mulher. Ser um pouco dura é, possivelmente, uma das estacas para exercer sua função, seu poder,Disse Lula

quarta-feira, 31 de março de 2010

Ao sair do ministério, Dilma chora

A pré-candidata à Presidência da República pelo PT, Dilma Rousseff, se emocionou ao fazer o discurso de despedida do Ministério da Casa Civil nesta quarta-feira (31) em uma cerimônia no Palácio do Itamaraty, em Brasília. "Nós somos companheiros de uma jornada, de uma missão. Uma missão especial, uma alegre melancolia, ou uma alegria triste. Nós saímos de um governo, que nós consideramos que mais fez pelo povo deste país, e nós o abandonamos hoje", avaliou Dilma, que proferiu o primeiro discurso do evento, com voz embargada.

"Não somos aqueles que estão dizendo 'adeus', somos aqueles que estão dizendo 'até breve'. Sob a sua inspiração de quem fez tanto, estamos prontos para fazer mais e melhor", disse a agora ex-ministra. "Nos orgulhamos de ter participado do seu governo. Não importa perguntar porque alguns não têm orgulho dos governos de que participaram. Eles devem ter seus motivos. Mas nós temos patrimônio, fizemos parte da era Lula. Vamos carregar essa história e levá-la para os nossos netos", afirmou Dilma, que ainda atacou os críticos do governo, dizendo que estes "não sabem o que oferecer a um povo orgulhoso".

O evento teve início com a assinatura dos termos de posse dos 10 novos ministros pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os sucessores irão ocupar as vagas dos titulares que concorrem às eleições em outubro. O prazo para a desincompatibilização terminava nesta semana.

Reinhold Stephanes saiu do Ministério da Agricultura para concorrer a deputado federal pelo PMDB no Paraná. Em seu lugar, entrou o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Wagner Rossi. Na Casa Civil, como já era esperado, quem assume o lugar de Dilma é a secretária-executiva da pasta, Erenice Guerra.

O sucessor do ministro das Comunicações, Hélio Costa, será o secretário-executivo do ministério, José Arthur Filardi. A saída de Costa confronta a do ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias. Ambos pretendem concorrer ao governo de Minas Gerais. Na pasta que pertencia a Patrus, ficará Márcia Lopes, ex-secretária-executiva.

Do ministério da Igualdade Racial, Edson Santos vai tentar se candidatar à Câmara dos Deputados pelo PT do Rio de Janeiro. Em seu lugar, toma posse o secretário-adjunto Eloi Ferreira de Araújo. Geddel Vieira Lima, da Integração Nacional, se candidatará ao governo da Bahia. O secretário-executivo da pasta, João Santana Filho, assume.

No Ministério do Meio Ambiente, Carlos Minc será sucedido pela secretária-executiva Izabella Teixeira. Minc tentará uma vaga na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Edison Lobão sai do Ministério de Minas e Energia e toma posse o secretário-executivo Márcio Zimmerman. Lobão volta ao Senado.

Na Previdência Social, sai José Pimentel – que tentará vaga no Senado – e entra o secretário-executivo Carlos Eduardo Gabas. Já na pasta dos Transportes, Alfredo Nascimento dá lugar ao secretário-executivo Paulo Sérgio Passos. Nascimento tentará ser eleito governador de Amazonas.Agência Folha

terça-feira, 30 de março de 2010

Minha casa minha vida vai beneficiar famílias que têm renda de até R$ 4.650 mensais.

Um acréscimo de 2 milhões de casas financiadas nos próximos quatro anos. Essa é a meta prometida pelo governo federal anunciada ontem. O programa “Minha Casa, Minha Vida” foi prorrogado até 2014 e faz parte da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2).

O programa habitacional, que beneficia famílias que querem comprar imóvel novo de até R$ 130 mil e com renda mensal de até R$ 4.650, foi lançado em março de 2009, com verba de R$ 34 bilhões. A promessa era de construir 1 milhão de moradias até o fim de 2010 - até agora, menos de 40% da meta foi cumprida. A prorrogação tem verba adicional prevista de R$ 278,2 bilhões.

Se o governo encerrasse o “Minha Casa, Minha Vida” este ano, conforme estava previsto, a opção de financiamento mais barata do mercado voltaria a ser a Carta de Crédito do FGTS da Caixa Econômica Federal. Embora as duas linhas tenham taxas de juros parecidas, o programa do governo isenta os mutuários do pagamento dos seguros por morte ou invalidez e contra danos físicos ao imóvel, garantias obrigatórias nos demais financiamentos imobiliários. Pagam apenas uma taxa para o fundo garantidor do programa (FHab), de R$ 22,10 por mês.

Neste esquema, o valor de um imóvel de R$ 130 mil financiado em 30 anos pelo “Minha Casa, Minha Vida”, com 20% de entrada, terá custo total de R$ 233.579,65, - ou seja, R$ 25.483,68 a menos que o da Carta de Crédito do FGTS, segundo cálculo do simulador da Caixa Econômica Federal.

Do total de 2 milhões de casas que devem ser financiadas até 2014, cerca de 1,2 milhão de unidades serão voltadas a quem tem renda máxima de R$1.395, outros 600 mil imóveis servirão a famílias com renda entre R$1.395 e 2.790 e, por fim, 200 mil imóveis serão ofertados a quem ganha entre R$2.790 e R$4.650.

E EU COM ISSO?

Mais moradias e mais empregos aquecem economia

Além das boas condições de financiamento, “O Minha Casa, Minha Vida” agita o setor da construção civil, criando vagas para profissionais de diversos níveis e aquecendo o mercado de materiais de construção. Também atrai investimentos para o Brasil, em especial para as construtoras que têm ações na Bolsa de Valores. Por isso, beneficia não apenas quem vai trabalhar no setor financiar uma casa, mas toda a economia.

REGRAS DO PROGRAMA

PARA FAMÍLIAS COM RENDA ATÉ R$1.395
Não há taxa de juros a prestação equivale a 10% da renda familiar, sendo que a parcela mínima é de R$50 e a correção dos valores é feita apenas pela TR prazo máximo de 10 anos o trabalhador que ficar desempregado fica isento do pagamento das parcelas por seis meses

RENDA DE
R$1.395 A R$2.325
juros de 5% ao ano mais TR prazo máximo de pagamento de 30 anos em caso de desemprego, a Caixa refinancia até 36 parcelas

RENDA DE R$ 2.325,01 A R$ 2.790
juros de 6% ao ano mais TR prazo máximo de pagamento de 30 anos em caso de perda do emprego, a Caixa refinancia até 24 parcelas

RENDA DE R$2.790,01 A R$4.650
juros de 8,16% ao ano mais TR prazo máximo de pagamento de 30 anos caso o mutuário perca o emprego, a Caixa refinancia até12 parcelas