A ministra Dilma Rousseff, disse nesta sexta-feira, em São Paulo, ao ser questionada por correspondentes estrangeiros no Brasil sobre a fama de "ranzinza" e "durona" que tem, que, "se puder ficar paz e amor, é bom que se fique". "É interessante a forma como se trata as mulheres na política", disse.
Dilma citou como exemplos de mulheres que assumiram posição de liderança em seus países e são tachadas da mesma forma a ex-primeira-ministra da Grã-Bretanha Margareth Thatcher e a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton. "Estou num país em que nenhum homem assume suas posições. Quando eu assumo, sou tachada de durona e mau humorada", comparou. A ministra-chefe da Casa Civil voltou a dizer que, na pasta, está cercada de "homens meigos".
Esportes
Ao falar sobre os investimentos que o País terá de fazer para sediar eventos como os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo, Dilma afirmou que o Brasil tem feito esforço para cumprir os compromissos na área social e que, nesses casos, estaria executando prioridades estruturais. Ela ressaltou que o governo não pagará por reformas ou construções de novos estádios para Copa do Mundo de 2014, mas admitiu que irá liberar crédito e financiamento para este fim.
A ministra previu ainda que o Brasil encerrará o ano com o saldo positivo na criação de empregos. "Vamos criar, no mínimo, um milhão de empregos até o fim desse ano."
Dilma citou como exemplos de mulheres que assumiram posição de liderança em seus países e são tachadas da mesma forma a ex-primeira-ministra da Grã-Bretanha Margareth Thatcher e a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton. "Estou num país em que nenhum homem assume suas posições. Quando eu assumo, sou tachada de durona e mau humorada", comparou. A ministra-chefe da Casa Civil voltou a dizer que, na pasta, está cercada de "homens meigos".
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Ao falar sobre os investimentos que o País terá de fazer para sediar eventos como os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo, Dilma afirmou que o Brasil tem feito esforço para cumprir os compromissos na área social e que, nesses casos, estaria executando prioridades estruturais. Ela ressaltou que o governo não pagará por reformas ou construções de novos estádios para Copa do Mundo de 2014, mas admitiu que irá liberar crédito e financiamento para este fim.
A ministra previu ainda que o Brasil encerrará o ano com o saldo positivo na criação de empregos. "Vamos criar, no mínimo, um milhão de empregos até o fim desse ano."
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